A ESPIRITUALIDADE NAS ARTES: DAS PROVAS À REGENERAÇÃO.

VE – Como seguidor do espiritismo, o que o motivou a espelhar nas artes os ensinamentos da doutrina?

RP – Chegou um momento em que só representar, como profissão, passou a ser pouco
para mim. Você corre o risco de burocratizar sua vocação, seus sonhos, suas escolhas.
É como aquela música que diz: ‘todo dia ela faz tudo sempre igual’ (Cotidiano, de Chico Buarque). Consciente da reencarnação quis contribuir pelo caminho das artes
para chamar a atenção de todos para essa bela doutrina codificada por Allan Kardec.
Esta é minha profissão? Sim. Mas é também meu amor maior pela oportunidade que tenho de ajudar de forma tão simples e modesta: a arte segundo a espiritualidade é o caminho para sairmos da condição de planeta de provas e expiações para um planeta melhor, de regeneração.

VE – As novas gerações trazem atributos psicológicos e padrões comportamentais diferentes. Qual é a sua visão sobre o assunto?

RP – É a turma do 3º Milênio. Quando forem adultos, o planeta já estará a caminho da
fase de regeneração. São espíritos bem mais evoluídos e preparados para a boa nova.
Nossa geração está aqui para abrir caminho, deixar legados. Eles irão construir novos horizontes. Em seguida (e por que não), nós voltaremos. E com certeza encontraremos
um planeta muito melhor.

VE – Você tem um público fiel e atento a novos projetos. Que sugestões, anseios e comentários tem observado ao ser abordado por essas pessoas?

RP: O que sinto é que o público gosta muito de espetáculos que misturam espiritualidade
e humor. Gostam muito de cinema. Querem mais cinema e perguntam muito quando
virá a continuação de ‘Nosso Lar’. E veja só: no teatro, um dos espetáculos de maior
sucesso – e que o público também pede a sua continuidade – é ‘A Morte é Uma Piada!’.
É um espetáculo que traz reflexão, humor e espiritualidade.

VE – Algo mudou nas leis de incentivo ou na visão de potenciais patrocinadores frente
a projetos espíritas? Na sua opinião ‘Nosso Lar’ despertou para isso?

RP: Como gostaria que os empresários espíritas – ou simpatizantes da doutrina – investissem em projetos dessa natureza. Acho que o sucesso sempre ajuda, mas não
é fácil. É preciso conversar muito, marcar inúmeras reuniões, explicar as leis. Passo
a passo chegaremos lá.

VE – O artista espírita, na sua opinião, tem ganhado espaço e reconhecimento ao expor seus trabalhos?

RP: Como eu já tinha toda uma história e formação acadêmica – e prêmios – quando comecei a me dedicar à divulgação da doutrina no teatro e no cinema, sempre encontrei
a imprensa aberta à divulgação e a entrevistas. Sempre, graças a Deus, a imprensa em
todo o país tem nos dado grande espaço. Até primeira página nos cadernos culturais!
E presença constante em programas de rádio e de TV, líderes de audiência. Com o
sucesso – e como protagonista do filme ‘Nosso Lar’ – ficou ainda mais tranquilo.

VE – A que você atribui o interesse crescente de novos adeptos ao espiritismo?

RP: Todos querem saber de onde vieram, o que estão fazendo aqui e para onde vão.
E por que existem tantas diferenças morais, culturais e sociais. A doutrina espírita responde – e bem – a todas as questões. Tudo isso somado ao sucesso do teatro
e do cinema. Os esforços vem gerando muito progresso e cada vez mais interessados
no tema. Fico muito feliz. É chegada a hora em que cada um de nós abrace a sua causa
e vá em frente, na certeza que a semeadura é livre e a colheita obrigatória.

“Consciente da reencarnação quis contribuir pelo caminho das artes para chamar a atenção
de todos para essa bela doutrina codificada por Allan Kardec”

Por Rogério Cantoni

Vanguarda Espírita

A ESPIRITUALIDADE NAS ARTES: DAS PROVAS À REGENERAÇÃO.

PERSONA /

/ RENATO PRIETO

VE – Como seguidor do espiritismo, o que o motivou a espelhar nas artes os ensinamentos da doutrina?

RP – Chegou um momento em que só representar, como profissão, passou a ser pouco
para mim. Você corre o risco de burocratizar sua vocação, seus sonhos, suas escolhas.
É como aquela música que diz: ‘todo dia ela faz tudo sempre igual’ (Cotidiano, de Chico Buarque). Consciente da reencarnação quis contribuir pelo caminho das artes
para chamar a atenção de todos para essa bela doutrina codificada por Allan Kardec.
Esta é minha profissão? Sim. Mas é também meu amor maior pela oportunidade que tenho de ajudar de forma tão simples e modesta: a arte segundo a espiritualidade é o caminho para sairmos da condição de planeta de provas e expiações para um planeta melhor, de regeneração.

VE – As novas gerações trazem atributos psicológicos e padrões comportamentais diferentes. Qual é a sua visão sobre o assunto?

RP – É a turma do 3º Milênio. Quando forem adultos, o planeta já estará a caminho da
fase de regeneração. São espíritos bem mais evoluídos e preparados para a boa nova.
Nossa geração está aqui para abrir caminho, deixar legados. Eles irão construir novos horizontes. Em seguida (e por que não), nós voltaremos. E com certeza encontraremos
um planeta muito melhor.

VE – Você tem um público fiel e atento a novos projetos. Que sugestões, anseios e comentários tem observado ao ser abordado por essas pessoas?

RP: O que sinto é que o público gosta muito de espetáculos que misturam espiritualidade
e humor. Gostam muito de cinema. Querem mais cinema e perguntam muito quando
virá a continuação de ‘Nosso Lar’. E veja só: no teatro, um dos espetáculos de maior
sucesso – e que o público também pede a sua continuidade – é ‘A Morte é Uma Piada!’.
É um espetáculo que traz reflexão, humor e espiritualidade.

VE – Algo mudou nas leis de incentivo ou na visão de potenciais patrocinadores frente
a projetos espíritas? Na sua opinião ‘Nosso Lar’ despertou para isso?

RP: Como gostaria que os empresários espíritas – ou simpatizantes da doutrina – investissem em projetos dessa natureza. Acho que o sucesso sempre ajuda, mas não
é fácil. É preciso conversar muito, marcar inúmeras reuniões, explicar as leis. Passo
a passo chegaremos lá.

VE – O artista espírita, na sua opinião, tem ganhado espaço e reconhecimento ao expor seus trabalhos?

RP: Como eu já tinha toda uma história e formação acadêmica – e prêmios – quando comecei a me dedicar à divulgação da doutrina no teatro e no cinema, sempre encontrei
a imprensa aberta à divulgação e a entrevistas. Sempre, graças a Deus, a imprensa em
todo o país tem nos dado grande espaço. Até primeira página nos cadernos culturais!
E presença constante em programas de rádio e de TV, líderes de audiência. Com o
sucesso – e como protagonista do filme ‘Nosso Lar’ – ficou ainda mais tranquilo.

VE – A que você atribui o interesse crescente de novos adeptos ao espiritismo?

RP: Todos querem saber de onde vieram, o que estão fazendo aqui e para onde vão.
E por que existem tantas diferenças morais, culturais e sociais. A doutrina espírita responde – e bem – a todas as questões. Tudo isso somado ao sucesso do teatro
e do cinema. Os esforços vem gerando muito progresso e cada vez mais interessados
no tema. Fico muito feliz. É chegada a hora em que cada um de nós abrace a sua causa
e vá em frente, na certeza que a semeadura é livre e a colheita obrigatória.

“Consciente da reencarnação quis contribuir pelo caminho das artes para chamar a atenção
de todos para essa bela doutrina codificada por Allan Kardec”

Por Rogério Cantoni

Vanguarda Espírita

A ESPIRITUALIDADE NAS ARTES: DAS PROVAS À REGENERAÇÃO.ivulgação

A semeadura é livre.

E a colheita obrigatória

‘Nosso Lar ‘ ou Astral City – A Spiritual Journey, assim vertido ao inglês,
já atravessou vários continentes.
Na TV, o clássico espírita já foi – e vem sendo – exibido em canais abertos e por assinatura. Já participou de festivais e chegou a países longínquos como Polônia, Noruega e Finlândia. Tudo isso você acompanha pelo site do filme:www.nossolarofilme.com.br.

As cenas do umbral foram rodadas em uma pedreira no bairro de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. O lugar tem 10 mil metros quadrados. Não visualizou?
Junte, então, dois estádios do Maracanã!

O protagonista Renato Prieto se preparou
durante seis meses para o trabalho.
Ele enfrentou uma dieta severa, sem carboidratos e com baixas calorias,
para emagrecer, com acompanhamento médico, 18 quilos! Além das sete horas
de sala de maquiagem para filmar as cenas do umbral.

VE – Renato, como estão as filmagens de Nosso Lar 2? O que o público pode esperar e qual será a temática?

RP: As filmagens ainda não começaram
e acho que vai demorar um pouco. Exatamente por conta da captação de patrocínios. Mas Wagner de Assis já
está com o roteiro pronto e vai chamá-lo de ‘Nosso Lar – Os Mensageiros’ ou
‘Nosso Lar 2’.

VE – Quando ‘Nosso Lar 2’ estará nas telas?

RP: Como a produtora ainda irá investir no lançamento de ‘A Menina Índigo’, acredito que somente em 2016.

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